Eu...

A minha foto
Matosinhos, Porto, Portugal
Sou um anjo, um demónio, alguém que desperta desejo, alguém que desperta repulsa. Sou um simples homem perdido neste mundo em busca de um sentido para a vida. Sou aquele que na infelicidade se encontrou, graças a eles. Sou aquele que aprendeu a amar e ser amado, graças a vocês. Sou mais frágil do que deixo transparecer, sou mais forte do que possam julgar, as críticas não me rebaixam e os elogios não me iludem. Passei pelo céu e pelo inferno, morri por dentro, mas voltei, voltei por aqueles que amo, por aqueles que acreditam em mim... Sou como sou, o melhor e o pior, alguém com algumas qualidades e muitos defeitos. Sou simplesmente "eu"...

domingo, 22 de julho de 2007

Amar


Amo-te...sabias?
Nem sempre digo quando devo dizer...
Mas amo-te. Não sei explicar porquê?!
Mas amo-te...
O amar não se explica, sente-se!
E eu sinto que te amo!
Mesmo que às vezes não pareça,
Eu amo-te!
Mesmo que o relógio dê voltas e voltas, eu continuarei a amar-te.
Nem mesmo a eternidade chega para eu te amar.
E se a vida um dia nos separar...
Eu nunca me esquecerei...de te amar!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Anjo Perdido


Há tanto em mim para te contar. Mas não posso, não consigo.
É uma maldição que nasceu comigo.
Vai morrer comigo.

Achas que sou louco?
Então entra... vá lá, entra mais um pouco...!

Nasci onde o passado e o futuro não fazem sentido, onde o presente se torna dor.
Foi no silêncio da noite, enquanto os anjos dormiam... foi lá que eu nasci.
Foi num local onde o sol não brilha, onde quase tocas a escuridão, onde os sonhos não chegam...um reino distante.

Eramos dois.
Um partiu.
Eu fiquei.
Sim, nasci num dia mau, para sempre amaldiçoado.
Um anjo perdido, sem rumo.
Foi assim que nasci, assim vou morrer.

Já tive uma família.
Um lar.
Mas eu fugi.
Não queria sofrer mais.
"Estava escrito!" Disse o vento.
O deserto era longo, o sol queimou-me a alma.
A cruz que transportava queria-me fazer vergar.
Não desisti. Mas as cicatrizes, essas... ficaram para sempre.

São as minhas duas faces. Uma mostro, a outra esconde-se na escuridão.
Por vezes ela sai da escuridão. Mostra-se. Fala comigo. Conta-me suas intenções.
Mas que farias se soubesses que tens algo dentro de ti que te faz mal, mas que não te consegues libertar dela?

Esta é a minha maldição e para sempre vai-me acompanhar.

Por vezes fico parado. Imóvel. Observando. Apenas pensando que um dia, nem que por apenas meros instantes, gostava de ser um ser completo. Feliz.

Adoro os dias de sol.
Fazem-me sentir bem.
Relembram-me de como é bom viver.
Parar um pouco.
Deixar de odiar.
Apenas parar.
Só que por vezes sinto-me tão cansado e choro.
Choro porque quero.
Porque me alivia.
Sempre é melhor do que nada.
Melhor do que este vazio.

A vida que te mostro é uma vida de emoções. Uma melodia escondida e que tento que a vejas enquanto danço.
Mas tu nada vês.
Não consegues ver que vivo só, perdido num quarto branco e despido que cheira a mofo, perdido numa visão de um sonho, de viver sem sentir a dor imbutida em mim.
Um conjunto de perversões.
Mas tu nada vês.
Palavras para quê?
Quando para ti não passam de simples palavras, as quais sem nexo e sentido proclamo para que desta forma capte a tua atenção.
Mas tu não cedes.
Não vês.
Não sentes.

Criei em mim alguém que não existe.
Criei em mim alguém que não conheço e desgosto.
Alguém que toma meu lugar.
Fala por mim.
Isto não é real.
Vivo às custas de demasiadas máscaras que não amam, mas que sangram tal como eu. Que morrem...tal como eu.

Viajo à luz da noite, para não morrer com a luz do dia. Escondo-me da agitação dos tempos, das palavras e dos sentidos.
Muitas vezes paro enquanto o tempo voa e nesses pequenos momentos em que apenas o tempo não pára, eu entendo o quanto te amo. Foi nesse momento que procurei o auxilio da noite, procurei o auxilio das trevas.
Mas de nada adiantou.
Aguçou a minha ira.
Despertou meus sentidos.
Mas acima de tudo... senti a tua falta.

...esta é a história dum anjo que nunca foi amado.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

"Ai Shi Te Ru"


"Te Dua"
em albanês

"Ish Libe Dish"
em alemão

"Volim Te"
em bósnio

"Miluji Te"
em checo

"Wo Ai Ni"
em chinês

"Sa Rang Hae Yo"
em coreano

"Lu'Bim Ta"
em eslovaco

"Te Amo"
em espanhol

"Mahal Kita"
em filipino

"Je T'aime"
em francês

"S'agapo"
em grego

"Aloha Wau Ia Oi"
em havaiano

"Hum Tumhe Pyar Karte Hae"
em hindu

"I Love You"
em inglês

"Ti Amo"
em italiano

"Ai Shi Te Ru"
em japonês

"Tav Myliu"
em lituânio

"Ja Kocham Ciebie"
em polaco

"Amo-te"
em português

"Te Ubsec"
em romeno

"Ya Tebe Kahayu"
em ucraniano


Uma expressão que se traduz não por palavras mas sim por gestos
porque o Amor é a linguagem que faz o mundo girar...

sexta-feira, 6 de julho de 2007

"Quando a Chuva Passar"


"Pra quê falar?
Se você não quer me ouvir
Fugir agora não resolve nada

Mas não vou chorar
Se você quiser partir
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade um dia vai acabar

Só quero te lembrar
De quando a gente andava nas estrelas
Nas horas lindas que passamos juntos
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história não termina agora
Pois essa tempestade um dia vai acabar

Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela e veja: eu sou o Sol
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão

Só quero te lembrar
De quando a gente andava nas estrelas
Nas horas lindas que passamos juntos
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história não termina agora
Pois essa tempestade um dia vai acabar

Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela e veja: eu sou o Sol
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão

Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela e veja: eu sou, eu sou o Sol
Eu sou céu e mar
Seu e fim
E o meu amor é imensidão"


Para ver o vídeo clica no link:
Ivete Sangalo – "Quando a chuva passar"