
Céu! Céu! Nada mais que céu.
Corvos condenados a um dever de vaguear,
Gritam, rebeldes contra todas as causas.
Um solitário cacho de nuvens move-se lentamente para oriente,
Propulsionado por uma brisa indolente.
Um rumor de vagas contra o silêncio da terra,
Infindavelmente uma força que reinventa a beleza,
Mesmo se o oceano recorda armadas perdidas,
A costa é o palco onde sonho com sereias.
O dia rende-se, mas o oceano não conhece refúgio.
O sol do entardecer é já apenas uma carícia.
Sinto-me refrescado pelas gotas que se evaporam,
Areia e sal revestem-me a pele,
Europa e o Atlântico no corpo,
Europa e um mar distante no espírito.
A doce brisa acaricia o meu rosto,
Como os sedosos lábios de ninfas,
Sinto a minha face corar sem razão.
Caminho em direcção ao nada,
Levado pelo vento como as folhas do Outono.
Corvos condenados a um dever de vaguear,
Gritam, rebeldes contra todas as causas.
Um solitário cacho de nuvens move-se lentamente para oriente,
Propulsionado por uma brisa indolente.
Um rumor de vagas contra o silêncio da terra,
Infindavelmente uma força que reinventa a beleza,
Mesmo se o oceano recorda armadas perdidas,
A costa é o palco onde sonho com sereias.
O dia rende-se, mas o oceano não conhece refúgio.
O sol do entardecer é já apenas uma carícia.
Sinto-me refrescado pelas gotas que se evaporam,
Areia e sal revestem-me a pele,
Europa e o Atlântico no corpo,
Europa e um mar distante no espírito.
A doce brisa acaricia o meu rosto,
Como os sedosos lábios de ninfas,
Sinto a minha face corar sem razão.
Caminho em direcção ao nada,
Levado pelo vento como as folhas do Outono.



