
Sou capitão do meu próprio navio, cruzei os sete mares do céu e do inferno, atravessando ondas tempestades e nuvens, nas minhas viagens encontrei orquideas cravos e rosas, ouro prata e diamantes, ébano marfim e ópio.
Procurei por mim mesmo nas profundezas do céu reflectido no mar negro para no fim encontrar tudo o que nunca esperei encontrar, no caminha houveram ondas que viera, ondas que ficaram, ondas que foram, ondas que um dia voltarão.
Olhei os olhos de Ares e Afrodite e no seu ténue reflexo vislumbrei-me a mim mesmo com aroma de Hades entranhado no meu ser, vislumbrei o que seria o meu futuro e mais além, desejei mudar de rumo, rumar para um mar distante e longinqui nas planicies montanhosas da lua.
Tomei por garantido o que apenas ao mar pertencia, mergulhei para nunca mais voltar à tona e afundei o meu navio na costa, perdi o que me era maissagrado na branca areia manchada de lágrimas negras.
Pensei estar perdido mas o meu lar estava mesmo à minha frente, pensei abrir a porta mas não consegui, não pude, não quis.
Corri para o mar e mergulhei até às profundezas, até ao lar dos titãs aprisionados, sussurrei então ao ouvido de Chronos "apenas mais um segundo, um segundo apenas te peço" mas ele não respondeu e troçou deste pobre marinheiro.
Este marinheiro que ainda hoje procura um rumo, um destino, uma razão que nunca vai encontrar, a razão que não existe nem na terra nem no mar, ela apenas existe dentro de si mesmo, nas profundezas do seu frágil corajoso coração.
Procurei por mim mesmo nas profundezas do céu reflectido no mar negro para no fim encontrar tudo o que nunca esperei encontrar, no caminha houveram ondas que viera, ondas que ficaram, ondas que foram, ondas que um dia voltarão.
Olhei os olhos de Ares e Afrodite e no seu ténue reflexo vislumbrei-me a mim mesmo com aroma de Hades entranhado no meu ser, vislumbrei o que seria o meu futuro e mais além, desejei mudar de rumo, rumar para um mar distante e longinqui nas planicies montanhosas da lua.
Tomei por garantido o que apenas ao mar pertencia, mergulhei para nunca mais voltar à tona e afundei o meu navio na costa, perdi o que me era maissagrado na branca areia manchada de lágrimas negras.
Pensei estar perdido mas o meu lar estava mesmo à minha frente, pensei abrir a porta mas não consegui, não pude, não quis.
Corri para o mar e mergulhei até às profundezas, até ao lar dos titãs aprisionados, sussurrei então ao ouvido de Chronos "apenas mais um segundo, um segundo apenas te peço" mas ele não respondeu e troçou deste pobre marinheiro.
Este marinheiro que ainda hoje procura um rumo, um destino, uma razão que nunca vai encontrar, a razão que não existe nem na terra nem no mar, ela apenas existe dentro de si mesmo, nas profundezas do seu frágil corajoso coração.




































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